Perguntas frequentes
O que nos perguntam antes de começar um projeto, respondido sem rodeios. Se a sua pergunta não estiver aqui, está no fim da página o sítio para a fazer.
O que é que a Home Technology Designers faz, exatamente?
Projetamos, instalamos e mantemos os sistemas que fazem uma casa funcionar sem se dar por eles: som, home cinema, automação e segurança profissional. Não vendemos equipamento avulso. O que entregamos é um sistema desenhado para uma casa concreta e para quem lá vive, integrado com o que o arquiteto desenhou, e que continua a ser nosso depois de instalado.
Em que fase do projeto devemos falar convosco?
Quanto mais cedo, melhor, e o momento ideal é ainda na fase de projeto, antes de as infraestruturas estarem fechadas. É nessa altura que se decide onde passam as condutas, onde ficam os pontos de som, que paredes recebem tratamento acústico e onde vive o bastidor técnico. Decidido a tempo, nada disto se vê na casa acabada. Decidido depois, obriga sempre a compromissos.
Trabalham diretamente com arquitetos e designers de interiores?
Sim, e é assim que preferimos trabalhar. Entramos como especialidade dentro da equipa de projeto, ao lado do arquiteto e do designer de interiores, com desenhos e mapas de quantidades próprios. O objetivo não é impor equipamento à casa, é fazer com que a tecnologia caiba no desenho que já existe.
É possível intervir numa casa já construída?
É, e boa parte do que fazemos são exatamente esses casos. Numa casa já construída ou já habitada há menos liberdade para passar cabo, mas há hoje soluções sem fios e equipamentos pensados para instalação discreta que resolvem a maioria das situações. O que fazemos primeiro é uma visita: sem ver a casa não há proposta séria.
O que acontece depois da instalação estar concluída?
A instalação é o princípio da relação, não o fim. Deixamos o sistema configurado e explicado a quem o vai usar, e ficamos disponíveis para o afinar à medida que a casa é vivida. Os sistemas que instalamos são atualizáveis: uma divisão nova, uma fonte de música nova ou uma câmara a mais entram sem se refazer o que já lá está.
Quanto custa um sistema destes?
Depende do que a casa pede, e por isso não há tabela. Um sistema de som ambiente em três divisões e um sistema completo com cinema, automação e segurança numa moradia são ordens de grandeza diferentes. O que fazemos é partir do que é essencial para si e construir por fases: a infraestrutura fica preparada de uma vez, e o equipamento pode entrar ao longo do tempo.
É possível fazer tudo por fases?
Sim, e é o que recomendamos quando o orçamento não permite fazer tudo de uma vez. A regra é simples: a infraestrutura faz-se toda na obra, porque é o que obriga a abrir paredes; o equipamento entra quando fizer sentido. Uma casa preparada recebe um projetor ou mais uma zona de som anos depois, sem obra nenhuma.
Com que marcas trabalham?
Trabalhamos com um conjunto restrito de marcas que conhecemos bem e que nos dão assistência a sério, entre elas Bang & Olufsen, Steinway Lyngdorf, Barco, Kaleidescape, Control4, Ekinex, Revel, Lexicon, Origin Acoustics e C SEED. A escolha é sempre feita a partir do projeto e não do catálogo. Uma marca só entra numa casa se for a resposta certa para aquela casa.
Podemos experimentar antes de decidir?
Pode, e devia. Temos showroom próprio, onde os sistemas estão montados e a funcionar: ouve-se o som, vê-se o cinema, mexe-se nos comandos. Cinco minutos ali dizem mais do que qualquer proposta escrita. A visita é marcada e acompanhada por nós.
E se alguma coisa avariar?
Respondemos nós, sem intermediários. Os sistemas que instalamos ficam sob a nossa assistência, e boa parte dos problemas resolve-se remotamente, sem ninguém ter de ir a casa. Quando é preciso ir, vamos. É por isso que trabalhamos com poucas marcas: assistir bem obriga a conhecer o que se instalou.



















